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HIPNOSE

Existe muita polêmica em torno do conceito de hipnose. Por ser algo que foge do cartesiano e nada palpável, seu conceito também penetra no abstrato. Podemos citar dezenas de definições de hipnose, pois cada autor tem um conceito diferente. Haja vista que a hipnose é um processo natural, porém regido pela autossugestão, logo, entendemos que sua definição estará na ordem subjetiva.


Se dissermos que hipnose é um estado alterado de consciência, ou, que se trata de um estado especial de concentração focada que permite a dissociação da mente consciente e inconsciente, ainda assim, estamos conceituando a hipnose.


Se parafrasearmos Dr. Hippolyté Bernheim[1], “A hipnose é uma heterossugestão exagerada”, ou seguirmos a definição de Emille Coué[2], “ A hipnose não é provocada pela heterossugestão, mas pela autossugestão que modifica o estado mental do paciente”; Ou “suscetibilidade ampliada a sugestão, tendo como efeito uma alteração das capacidades sensórias e motoras para iniciar um comportamento apropriado”, se citarmos Milton H. Erickson[3]; ou, seguindo Dr. Carlos Naranjo Alcega[4], “ É um estado análogo ao sono onde a mente está ativa e sensível.”, continuamos definindo hipnose.


A American Psychological Association, em 1993, definiu a hipnose como sendo um procedimento durante o qual o pesquisador ou profissional de saúde sugere que um cliente, paciente ou indivíduo experimente mudanças nas percepções, nos pensamentos ou nos comportamentos.

EU (FERNANDO ANDRÉ COSTA), PARTICULARMENTE, CONSIDERO COMO UM ESTADO ESPECIAL DE CONCENTRAÇÃO NO QUAL O PACIENTE FAZ USO DA AUTOSSUGESTÃO, A PARTIR DA FACULDADE CRÍTICA DIMINUÍDA, PARA ACESSAR O INCONSCIENTE. OU PODEMOS SINTETIZAR EM CONCEITUAR A HIPNOSE COMO UM PROCESSO NATURAL REGIDO PELA AUTOSSUGESTÃO.

Onde podemos aplicar a Hipnose?​

  • Na Área Médica – potencializando o medicamento, cirurgia sem anestesia química, reprogramando a forma de falar e pensar do médico e dos pacientes, entre outras maneiras;

  • Na Área Odontológica – extração sem anestesia química, eliminando o medo de dentista, aceleração na recuperação de cirurgias, etc.;

  • Na Área Psicológica – eliminando traumas, potencializando bem-estar e estudos, tratamento de vícios, melhoria de performance, entre outros;

  • Na Área Esportiva – com preparação de atletas para competições, eliminação de medos, potencializando resistência, reprogramando forma de pensar, entre outras maneiras mais;

  • Na Área de Enfermagem – eliminando a dor, acelerando a recuperação, a cura e a cicatrização num menor espaço de tempo, etc.;

  • Na Educação – com superaprendizagem, aumentando a concentração e a memória, reduzindo estresse, se preparando melhor para provas, etc.;

  • Na Criminalística – desvendando crimes, localizando objetos, etc.;

  • Na Nutrição – reprogramando obesos, terceira idade mais saudáveis, potencializando alimento e força de vontade, entre outras;

  • Na Pediatria – com soluções noturnas – hipnopedia para qualquer dificuldade na criança, além da terapia com a recuperação rápida.

  • Na Empresa - motivando funcionários à cumprirem metas com ânimo e disposição.

[1] Nascido em 1840, Mulhouse, França, Hyppolyte Bernheim foi um médico neurologista francês. Ele trabalhava com métodos de hipnose, e escreveu um livro no qual descrevia métodos e usos, e discussões a respeito do tema. Seu livro foi traduzido para o alemão por Sigmund Freud.

[2] Nascido em 1857, Troyes, Franças, Émile Coué foi um notável psicólogo e farmacêutico que criou um método de psicoterapia baseado na autossugestão.

[3] Nascido em 1901, Aurum, EUA, Milton Hyland Erickson foi um psiquiatra especialista em terapia familiar sistêmica e uma das autoridades mundiais nas técnicas de hipnose aplicadas à psicoterapia.

[4] Carlos Naranjo Alcega, Ph.D em psicologia e em Hipnose, presidente da AIHCE(Academia Internacional de Hipnosis Clínica y Experimental), Espanha.